Esse é o carro do machinho babaca que tenta compensar alguma coisa, por certo, no modo como age no trânsito
Primeiro ele cortou minha pista em frente a entrada para a Serrinha (Florianópolis/SC). Vejam que o veículo tem, pelo menos, 3 vezes o tamanho do meu (um QQ).
Eu, carregando minha bebê no banco de trás, apenas enfiei com tudo o pé no freio e dei um sinal de luz em tom de reclamação. Sequer buzinei, pois ela dormia no momento. Detalhe para o fato de eu estar na pista da direita e ele na da esquerda.
Logo a frente, na lombada quase na entrada do Fórum da UFSC, um carro mais lento ficou na frente dele e ele, que nesses 2 segundos já havia voltado para a pista da esquerda, tentou, mais uma vez, cortar a minha frente. Mais uma vez eu apenas fiz sinal de luz em repreensão. Ocorre que ele reduziu a velocidade e emparelhou ao meu lado. E começou a me xingar (com vidros fechados eu não ouvi o que seriam os xingamentos) e ficou emparelhado comigo, arrancando o carro, até a rótula da Trindade.
Ali ele cortou minha frente mais uma vez e, para meu azar, eu ia para a mesma saída que ele: HU.
Na faixa de pedestre do HU ele foi obrigado a parar por conta de um veículo a frente dele (o que eu nem precisa dizer, né amigues, pois um ser que age assim jamais pararia para pedestres) e eu, indignada, parei atrás e fiz sinal com o dedo médio.
Pois ei que o machinho, que primeiro me subestimou pelo tamanho de meu veículo, tentou me intimidar por eu ser mulher e deu ré em seu veículo, como se fosse bater no meu.
Mal sabia ele que eu (1) não me abalaria e (2) iria tirar o celular da bolsa para fotografar sua placa.
Esse é o carro do machinho babaca que tenta compensar alguma coisa, por certo, no modo como age no trânsito
Primeiro ele cortou minha pista em frente a entrada para a Serrinha (Florianópolis/SC). Vejam que o veículo tem, pelo menos, 3 vezes o tamanho do meu (um QQ).
Eu, carregando minha bebê no banco de trás, apenas enfiei com tudo o pé no freio e dei um sinal de luz em tom de reclamação. Sequer buzinei, pois ela dormia no momento. Detalhe para o fato de eu estar na pista da direita e ele na da esquerda.
Logo a frente, na lombada quase na entrada do Fórum da UFSC, um carro mais lento ficou na frente dele e ele, que nesses 2 segundos já havia voltado para a pista da esquerda, tentou, mais uma vez, cortar a minha frente. Mais uma vez eu apenas fiz sinal de luz em repreensão. Ocorre que ele reduziu a velocidade e emparelhou ao meu lado. E começou a me xingar (com vidros fechados eu não ouvi o que seriam os xingamentos) e ficou emparelhado comigo, arrancando o carro, até a rótula da Trindade.
Ali ele cortou minha frente mais uma vez e, para meu azar, eu ia para a mesma saída que ele: HU.
Na faixa de pedestre do HU ele foi obrigado a parar por conta de um veículo a frente dele (o que eu nem precisa dizer, né amigues, pois um ser que age assim jamais pararia para pedestres) e eu, indignada, parei atrás e fiz sinal com o dedo médio.
Pois ei que o machinho, que primeiro me subestimou pelo tamanho de meu veículo, tentou me intimidar por eu ser mulher e deu ré em seu veículo, como se fosse bater no meu.
Mal sabia ele que eu (1) não me abalaria e (2) iria tirar o celular da bolsa para fotografar sua placa.