Em 27/04/2018, por volta das 7h, no bairro do Imbuí, em Salvador, Bahia, o condutor do veículo bateu na traseira do meu carro, em um engarrafamento.
O mesmo se identificou como Gil, aparenta idade entre 25-35 anos e disse trabalhar em um shopping das proximidades.
Ao ser solicitado, disse estar sem o RENAVAM no momento.
O mesmo alegou que “se distraiu” no engarrafamento, pediu desculpa, porém na hora de se responsabilizar pelo pagamento do dano, mostrou-se “escorregadio” e não resolveu nada.
Passou o seu telefone de contato e o seu suposto endereço de trabalho.
Vou atrás dele e do prejuízo. E tentar contar com a sua honestidade e bom senso.
No mesmo dia do fato descrito acima, fui procurar o condutor para resolvermos o nosso problema.
O número de celular e o local de trabalho que ele informou eram mesmo verídicos.
Já cheguei entregando o orçamento para o reparo. Valor baixo, bastante razoável.
Ele ligou para o seu seguro que era na modalidade de cooperativa. Ficou confuso se iria acionar ou não. Por fim, voltou com o dinheiro nas mãos.
Enfim, agiu com honestidade, se responsabilizando pelo dano que me causou.
Em 27/04/2018, por volta das 7h, no bairro do Imbuí, em Salvador, Bahia, o condutor do veículo bateu na traseira do meu carro, em um engarrafamento.
O mesmo se identificou como Gil, aparenta idade entre 25-35 anos e disse trabalhar em um shopping das proximidades.
Ao ser solicitado, disse estar sem o RENAVAM no momento.
O mesmo alegou que “se distraiu” no engarrafamento, pediu desculpa, porém na hora de se responsabilizar pelo pagamento do dano, mostrou-se “escorregadio” e não resolveu nada.
Passou o seu telefone de contato e o seu suposto endereço de trabalho.
Vou atrás dele e do prejuízo. E tentar contar com a sua honestidade e bom senso.